Por que investir em Natal?
Quando se fala em belezas naturais Natal, capital do Rio Grande do Norte destaca-se como uma das cidades mais charmosas do Brasil. A cidade foi agraciada pela natureza com quilômetros de praias exuberantes e o ar mais puro das américas; fato esse, que vem despertando em muitos estrangeiros o desejo de aderir ao conceito de segunda moradia nesse endereço.
Preparamos um breve resumo das delícias e riquezas que a terra Potiguar oferece. Faça-nos uma visita... Estamos lhe esperando de braços abertos.
Alguns pontos turísticos
Pedra do Rosário - Marco histórico da cidade, a Pedra do Rosário está situada às margens do Rio Potengi e ostenta a imagem de Nossa Senhora do Rosário. Foi encontrada no rio em 21 de novembro de 1753, dia da padroeira de Natal (Nossa Senhora da Apresentação) e encontra-se lá até hoje; guardando o rio e olhando pelo trabalho dos pescadores. O pôr-do-sol visto da Pedra do Rosário é simplesmente inesquecível.
Casa da Ribeira - É um projeto independente, criado pelo grupo Clows de shekespeare, está localizada no bairro da Ribeira e conta com a ajuda de vários parceiros para promover seus espetáculos. Lá podemos encontar uma sala de teatro, uma sala de arte contemporânea e um café cultural. O lugar é aconchegante e apresenta alguns dos melhores espetáculos que rodam o Brasil.
Museu de Arte Sacra - O Museu de Arte Sacra do RN, criado em 21 de dezembro de 1988 e instalado na Igreja Santo Antônio, tem como objetivo recolher, inventariar e expor objetos de arte religiosa do Estado, cujo patrimônio, pela sua qualidade e importância histórica, merece ser preservado. Reúne um acervo rico com imagens dos séculos XVII ao XX, além de pinturas, alfaias, mobiliário, ourivesaria e prataria utilizados no culto religioso. Contém, ainda, imagens e oratórios de camarinha, como mostra da devoção doméstica.
Praias maravilhosas
 |
Pipa - Localizada no litoral sul do Estado, a praia de Pipa encanta com o misto de calma e agito. Durante o dia é possível contemplar as suas belas praias de cima das falésias, avistar o nado sicronizado dos golfinhos na Bahía dos Golfinhos ou até mesmo praticar um kite surf. De noite as coisas mudam e a rua principal fica repleta de gente bonita. São dezenas de bares e duas boates que só param de funcionar quando o dia amanhece. |
 |
São Miguel do Gostoso - Está localizada no litoral norte, a 112km de Natal e é conhecida como “esquina do continente”. Seus ventos intensos atraem praticantes de windsurfe e kite surf. É uma praia muito tranquila e quase deserta. Ideal para quem deseja relaxar. |
 |
Pirangi - Pirangi fica a 15 minutos de Natal, no litoral sul e tem como principal atração o maior cajueiro do mundo, uma árvore centenária de 8.500 metros quadrados de copa, ainda frutificando. Se houvesse espaço atingiria 40 mil metros e poderia viver até 400 anos. O mar é calmo e da praia saem vários passeios de barco até os parrachos – piscinas naturais que se formam em alto mar na maré baixa . De onde é possível mergulhar e observar os peixinhos. |
 |
Ponta Negra - É a praia mais conhecida da cidade. É point dos surfistas da cidade e dos praticantes de corrida e caminhada no calçadão. Que depois dos exercícios vão para as casas de sucos para apreciar o famoso acaí na tigela. De noite o clima na praia pega fogo. Só que ao contrários do que se pensa, a festa não acontece na orla e sim na Rua Dr. Manoel A. B. De Araújo, no alto de Ponta Negra. A rua é famosa por apresentar uma concentração de bares rústicos e música para todos os estilos. |
Culinária
Carne de Sol à Moda Potiguar - A legítima carne de sol à moda potiguar de Natal é diferenciada principalmente pelos acompanhamentos: farofa d'água ou do sertão, arroz de leite, feijão verde ou de corda, macaxeira (mandioca, aipim) frita ou cozida, salada básica (alface, tomate e cebola) e manteiga de garrafa. Esta combinação lhe dá um sabor inesquecível.
Cuzcuz com frango - Esse prato é composto por farelo de milho cozido e temperado com legumes e frango cozido. Uma delícia.
Feijão verde - Acompanhado de farofa d’água e carne de sol é um típico prato da culinária nordestina. Quem prova não esquece.
Peixe à Moda Potiguar - O peixe cozido é servido em uma travessa grande com alface, arroz, macaxeira (mandioca, aipim) frita ou cozida, rodelas de tomate e de cebola e farofa. Se gostar pode enfeitar com pedaços de abacaxi e melão.
Folclore
O folclore potiguar é uma conseqüência de tradições portuguesas, nativas e africanas. Com o passar do tempo essas tradições se misturaram, dando origem a váriias manifestações. Entre elas:
Literatura de Cordel - A literatura de cordel é assim chamada pela forma como são vendidos os folhetos, dependurados em barbantes (cordão), nas feiras, mercados, praças e bancas de jornal, principalmente das cidades do interior e nos subúrbios das grandes cidades. Essa denominação foi dada pelos intelectuais e é como aparece em alguns dicionários. O povo se refere à literatura de cordel apenas como folheto. Essa tradição vem da Europa; porém é muito praticada no Nordeste. A cultura se expandiu pelo RN que hoje pussui cordelistas de excelente qualidade. Entre os grandes cordelistas do Estado desca-se o famoso Zé Saldanha, com vários livros publicados.
Danças regionais
Agumas das principais danças folclóricas do Estado são:
Boi de Reis - É o tradicional Bumba Boi. Joaquim Augusto da Silva, conhecido como Joaquim Basileu, é o Mestre, Amo do Boi de Reis de Natal. Natural de Monte Alegre, descendente de uma família que sempre brincou "Os Reis". Aos quatorze anos era galante e aos vinte, "Mestre de Reis". A primeira apresentação do ano é realizada diante de uma igreja para que todos os brincantes sejam abençoados por Deus. A seguir, apresentam-se em palanques ou residências, quando são chamados.
Boi Calemba - Pertence ao ciclo natalino. Folguedo de praia e sertão, com auditórios certos, entusiásticos e fiéis. Não há modelo fixo para o Auto.
Fandango - A grande influência Portuguesa pode ser sentida nos passos das danças e expressões contidas nas Jornadas. O enredo desse evento grita em torno de um navio perdido no mar por 7 anos e um dia, correndo a tripulação perigo de incêndio, calmaria e tempestade.
Congos - Auto de inspiração africana, conta uma luta entre dois soberanos negros: a rainha Ginga e o rei Henrique Cariongo.
Lapinha e Pastoril - A lapinha ou presépio, dança religiosa, existe no Brasil desde o início da colonização. O elenco é formado por mocinhas que entoam jornadas das mais diversas procedências, em louvor ao Messias. O pastoril, seu primo profano, veio muito depois, no século passado. Cantos, louvações, lôas, entoadas diante do presépio na noite de Natal, aguardando-se a Missa do Galo. O repertório é um misto de cantos religiosos e profanos. Esse Auto simboliza o nascimento de Jesus. Os autos citados eram representados outrora durante as festas do fim do ano e começo do Ano-Novo.
Caboclinhos - Representados durante os dias de carnaval, com os integrantes fantasiados de índios estilizados e que já teve outrora seu núcleo dramático, com a morte e ressurreição do filho do cacique.
|